As pessoas não são o que vestem, nem o que têm. O que nos define são as nossas escolhas, mas não as que dependem do dinheiro. Somos mais, somos ideias, somos vozes e desejos e são as escolhas que dizem respeito a essas nossas características que devemos nos dedicar.
O ser humano é uma máquina de julgar. Não veem motivos, não consideram míseros erros, mas definem padrões e querem encaixar o mundo no seu padrão particular, mas há esperança, a sinceridade de se mostrar como realmente é, e misturar os padrões.
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