EU NÃO ROBÔ

A coleta de dados feita por sistemas automatizados é o linear do limite da interação entre homem e máquina. Do ponto de vista de humanos que querem controlar outros humano, não é bom que esse limite exista, porém para que se considere viva a liberdade da espécie é preciso ser possível tomar uma decisão sem consultar um sistema programado.
   
A manipulação passa cada vez mais estar nas mãos de corporações do que nas mãos de governos. Uma evidência é a audiência de Mark Zukenberg, criador do Facebook, para ele prestar esclarecimentos sobre coletas e vendas de dados de usuários da rede social. A utilidade desses dados podem ser diversas, desde direcionamento de produtos até alterações inconscientes dos padrões de vida de uma pessoa.
       
Cenários extremos do rompimento  desses limites podem ser vistos em filmes como “Blade Runner", onde interesses de corporações ditam como é governada uma sociedade. Desconsiderando o bem estar humano. Um canibalismo usando a tecnologia como ferramenta.
         
Ao se intensificar a fiscalização sobre empresas de tecnologia, quanto à como suas criações atendem aos interesses democráticos e não somente delas próprias e implementar programas governamentais de conscientização virtual, pode-se levar o desenvolvimento tecnológico para caminhos onde todos da espécie tenham poder real de escolha. Não apenas os que detêm a maior riqueza contemporânea, patentes tecnológicas.

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